Gerador de Anéis de Fumaça.
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Objetivo Fazer
anéis de fumaça e observar seu comportamento. |
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Descrição Use
uma lata de lata vazia de leite ou chocolate em pó que tenha uma tampa
plástica. Faça um furo circular de 3 a 4 centímetros de diâmetro no fundo de
metal da lata. Aproxime o furo do rosto de uma pessoa e dê uma pancada rápida
e seca com os nós dos dedos no fundo da lata. A pessoa sentirá uma pequena
pressão no rosto. |
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Essa
experiência é simples de ser feita mas ilustra um bocado de conceitos e
fenômenos de dinâmica de fluidos, alguns bem complexos. Os anéis formam
vórtices que demonstram o movimento turbulento da fumaça. A descrição
matemática desses anéis é extremamente complicada. |
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Material Lata
vazia de leite em pó ou biscoito. |
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Dicas Não
use cigarros para encher a lata de fumaça. Isso definitivamente não pega bem
em uma Feira de Ciência. Use, por exemplo, canudos de refresco de papel
com uma das pontas queimando e sopre vagarosamente na outra ponta. Isso deve
ser um bom gerador de fumaça. No
século passado, o famoso físico inglês Lord Kelvin lançou um modelo de átomos
como "vibrações do éter". Esse tal "éter" seria um fluido
que ocuparia todo o espaço. Suas vibrações, ou "vórtices", poderiam
explicar, segundo Kelvin e o alemão Hermann von Helmoltz, todas as
propriedades observadas dos átomos e moléculas. A forma desses vórtices de
éter seria bem parecida com a forma dos anéis dessa experiência, só que de
dimensões atômicas. Durante algum tempo esse modelo foi muito popular entre
os físicos, inclusive alguns bem espertos, como Maxwell e Thomson. Mas, com o
surgimento dos modelos de Rutherford, Bohr e outros, o modelo de vórtices foi
pra merda. Agora, veja que coisa curiosa: hoje, existem uns teóricos tentando
explicar tudo que existe no universo como sendo formado de umas cordinhas
vibrantes, as chamadas "supercordas", muito parecidas com os
vórtices do velho Kelvin. O mundo dá muitas voltas - e vibrações. |